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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009











“O senhor é bom e misericordioso.”

Por muito tempo eu ouvi isso, mas não entendia bem o que era já que nem sempre o que acontecia comigo parecia bondade de Deus. Mas foi quando vivi a maior tragédia da minha vida que eu percebi “o senhor é bom e misericordioso” quando tudo parecia ruim ele me deu não um, mas vários ombros pra chorar. Deus precisava de uma decisão minha para entrar de verdade na minha vida e que decisão difícil eu acreditava que ele já fazia parte da minha vida mas era tudo ilusão ele já tinha feito mas já não era assim a algum tempo eu vivia na igreja trabalhava na obra e realmente acreditava que estava fazendo a vontade dele tudo ilusão. Eu não ia a igreja por causa dele mas pra ver minhas amigas e fazer uma social nem prestava atenção no culto não fazia a obra em nome dele mas em meu nome, que bobagem eu andava preocupada com que os outros iam pensar e muitas vezes ia obrigada grande bobagem o que eu fazia tinha que ser para Deus e em nome dele esa devia ser minha preocupação não se “minha ponta ta torta”ou “minha perna baixa”mas se a minha dança agradava a Deus. Ninguém vai a igreja ver um espetáculo mas sim para buscar o salvador. É importante fazer o melhor e se preparar com muito ensaio e oração porque temos que dar nosso melhor pra Deus mas muitas vezes o foco esta errado. A melhor não é a que tem a perna mais alta ou mais ritimo a melhor e a que toca vidas e o coração de Deus. Ele tem me dado e mostrado grandes coisas dês de que parei de viver bem para os olhos do homem e passei a viver bem aos olhos de Deus. Não me arrependo do que fiz so de não ter tomado esta decisão antes. Ainda passo por lutas mas vejo todos os dias o mover de Deus em minha vida.

Mayara Lourenço

Debaixo da Graça

O Ministério de dança Debaixo da Graça foi muito importante pra me tornar o que sou hoje, agradeço a Deus por ter dado a oportunidade de participar desta grande família!

Sempre cabe mais um!
Acabe com as “panelinhas” e ponha a mesa de banquete para novos amigos


Todos nós temos amigos mais chegados, com os quais temos mais liberdade para falar sobre determinados assuntos e nos sentimos mais à vontade para nos relacionarmos. Mas isso não nos impede de conhecer pessoas e fazer novas amizades.
Nas igrejas, é comum ver as famosas “panelinhas” – um grupo de pessoas que se fecham no mundo delas e não aceitam que ninguém de fora ou de interesse entre. Essas “panelinhas” são prejudiciais aos relacionamentos e existem em todos os segmentos, onde quer que existam pessoas. Acabar com elas e transformá-las em mesas de banquete é um constante desafio para pastores e líderes. Esses grupos fechados de pessoas fazem suas acepções preconceituosas de raça, status social e financeiro. Muitas têm suas próprias regras de lealdade, isto é, se um membro da “panela” dá um vacilo, ele pode ser banido ou ignorado pelo restante do grupo. O que antes era tido como “amizade” acaba virando inimizade. Outras impõem vestuário próprio e só aceitam aqueles que se vestem da mesma maneira. Há ministério que deveria se chamar “panistério”, porque “quem não é do mesmo ministério” (ou da mesma panelinha) não é bem recebido na turma.
É triste, mas é uma realidade dentro das igrejas e que precisa ser banida urgentemente. Cumprimentar os outros, não custa nada. Sorri ou apertar a mão de alguém que você ainda não conhece, também não prejudica a ninguém, aliás, isso só faz bem para ambos.
Este tipo de comportamento “panelístico” (permita-me criar, aqui, esse neologismo cômico) é nocivo a qualquer comunidade, principalmente porque é totalmente contrário àquilo que Jesus nos ensinou sobre a importância da unidade entre os irmãos. Não foi à toa que Ele disse: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.” (João 13:34.) Deus é Deus de relacionamento. Ele não nos criou para nos relacionarmos com apenas um grupo de pessoas, e muito menos quando este grupo exclui, segrega, menospreza ou afasta as pessoas. O Senhor não deseja que nos fechemos num grupo em que ninguém mais entra. Ao contrário, devemos sempre nos aproximar das pessoas, abrindo nosso “leque” de amizades para trocarmos experiências e crescermos mutuamente, conforme Paulo exorta em sua carta aos romanos: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” ( v.10).
Fica este toque para você, jovem! Que nos seus círculos de amizades sempre possa haver espaço para mais um amigo entrar. Lembre-se: aquele que conhece a Palavra de Deus é modelo para os outros e tem um diferencial no seu comportamento: é amigo, é companheiro e incentiva novas amizades. Uma pessoa que age assim afasta as “panelinhas”, impedindo-as de proliferar e contaminar os relacionamentos dentro da igreja. “Panelas, tô fora!”Se você faz parte de uma “panelinha” e percebe a grande importância de quebrar as barreiras para novos integrantes no seu grupo, faça esta proposta para o seu grupo e os incentive a praticar o amor de Jesus. Na maioria dos casos, eles não admitirão ser uma “panelinha” e tentarão convencê-lo de que está errado. Mas mantenha uma personalidade cristã forte e não ceda a pressões e “caras feias”. Faça o que Jesus faria se estivesse no seu lugar.
Dança na Igreja: A adoração é o princípio de tudo


São multidões em busca da salvação e os crentes sendo restaurados, vivendo uma nova vida em Cristo. Um dos instrumentos desse avivamento é exatamente o louvor e a adoração e, assim, como a musica e o canto, a dança vem expressar a sede do coração do ser humano por mais de Deus. Nesse processo de busca por intimidade com o Pai, seu coração nos é revelado em canções e gestos que nos envolvem em Seu amor, cada vez que nos colocamos diante dEle em adoração. Em se tratando de evangelismo o primeiro sentimento e a primeira motivação, é exatamente a adoração, o estar apaixonado por Jesus. Desse sentimento é então gerado uma necessidade de declarar ao mundo esse amor e anunciar as boas novas àqueles que ainda não conhecem a Jesus. Como bem sabemos, a adoração não é um ato separado do corpo de uma pessoa. Ainda que a vontade, a razão, a mente e o emocional de alguém possam ser considerados separadamente, estas são expressões que designam o ser humano por inteiro. Não somos incumbidos de amar a Deus por partes específicas de nossa personalidade, mas com todo o nosso ser. E nesse contexto o critério é o mesmo para a dança, seja no louvor, na adoração, no evangelismo ou em qualquer circunstância que envolva o nome de Jesus. Além disso, gostaria de reiterar que a dança no louvor, na adoração ou no evangelismo não é uma prática corporal por ela mesma, muito menos uma exibição artística ou um enfeite na liturgia ou nos impactos evangelísticos. Nela, a essência de total entrega do adorador se manifesta por uma espontaneidade responsiva, trazendo toda a congregação ou no caso do evangelismo o público, para momentos de júbilo, edificação, salvação, libertação, cura e restauração na presença de Deus. Louvamos a Deus com danças por causa da Sua santidade, da criação e da redenção do ser humano. Nessas circunstâncias, a dança expressa e intensifica o desfrutamento da presença de Deus e seu relacionamento conosco numa celebração a Ele e com Ele. Não queremos ser bailarinas, bailarinos ou interpretes, mas adoradores; não realizamos apresentações, mas ministramos o louvor a Deus, o adoramos ou proclamamos sua Palavra, e em vez de palco para nós existe o púlpito, lugar de santidade e autoridade onde a Palavra é anunciada, no nosso caso, com a linguagem da dança. Nesse contexto, entendendo a dança como linguagem, seu processo criativo é uma possibilidade de arte inscrita no corpo, traduzida em metáforas do pensamento e realidade desse mesmo corpo. Realidade, pois é neste corpo que a dança se estrutura, se molda, conforma, transforma e disciplina quando ele se faz presente. Portanto, um corpo, ao dançar, desenha no tempo e no espaço com seus gestos. São movimentos orquestrados pelo sensível e pelo inteligível do ser em deslocamento e pelas impulsões do movimento, gerando formas e (re)formas, em constantes transformações, tornando a dança uma realidade visível e dinâmica. A exemplo dos pintores, que usam as cores e as linhas para dar forma no plano pictórico, ou dos poetas, que se utilizam palavras para construir seus poemas, o bailarino e o coreógrafo utilizam-se dos gestos corporais para dar forma à dança. Assim, o gesto corporal dançante, parte da experiência humana, vem dialogando e participando da arquitetura da cultura corporal e do viver humano num espaço e num tempo histórico transitando de certa maneira entre as inúmeras oportunidades de movimentos, construindo, no contexto da Igreja, uma dança contemporânea santificada pelo vaso de honra que somos nós no louvor, na adoração e também no evangelismo. Nesse caso, a dança não é um fim em si mesma. É um corpo transfigurando-se em formas que podem ter vários sentidos: fazer e operar; conceber e imaginar; construir e constituir; fundar, criar e preparar com o objetivo de primeiro adorar a Deus e depois, sob a orientação do Espírito Santo e em nome de Jesus, alcançar o coração dos homens através da salvação, da cura, da libertação, edificação e restauração de suas vidas. O Senhor tem nos direcionado em inúmeras ações em sua Igreja com uma visão muito clara sobre a dança e seu significado. Nesse sentido, tenho compartilhado nossas experiências através de artigos, estudos bíblicos e seminários anuais no intuito de divulgar a visão sobre a dança como uma linguagem possível para a Igreja seja no louvor, no evangelismo ou nas inúmeras possibilidades de ação ministerial cristã.
O que vale a pena?

É muito comum ouvirmos perguntas do tipo: “Ele(a) vale a pena?” “Vale a pena lutar por isso?” “Este emprego vale a pena?” Como escolher o que de fato importa no imenso universo que é a vida?A vida é feita de encontros e desencontros com outras pessoas. É feita de escolhas, de decisões, de certezas ou de dúvidas. Um emaranhado de infinitas situações, formas distintas de sentir, pensar ou enxergar.
O cristão precisa aprender que aquilo que importa, aquilo que deve ser valorizado, ou aquilo que não merece nossa atenção, e que deve se desprezado tem que se harmonizar com a vontade de Deus. As pessoas se preocupam muito com aquilo que acham ser de grande valor, em fazer as melhores escolhas naquilo que julgam importante, mas se esquecem que também menosprezamos ou jogamos fora algo que Deus tinha para nós e que pensamos não ser algo que precisaríamos.
Julgar o que de fato é ou não é melhor para nossas vidas vai muito além de escolhermos, baseado em emoções, em dificuldades, ou nos momentos de desespero. Não se deve deixar de dizer que também escolhemos errado nos momentos de impulso ou desejo. O equilíbrio no julgamento surge no momento em que ajoelhamos e pedimos a Deus a direção. É dentro desta atmosfera espiritual que verdadeiras decisões abençoadas aparecem especialmente em nosso caminho.
Perguntamos: “Onde ele encontrou aquela esposa tão maravilhosa?” “Onde ela conseguiu tão sábias palavras no meio daquela tensa discussão?” “Que sorte aquelas pessoas têm em morar naquele lugar!” Se você agora pensar bem, saberá do que eu estou falando. Será mesmo sorte? Será que foi um momento “mágico e único?” Será que foi destino?
Quando conversamos com certos cristãos percebemos que para conseguirem sua vitória, se valeram de longas orações, de árduo esforço e meditação em trechos bíblicos na busca de direção. Procuraram conselhos corretos, agiram com espiritualidade. Se você está se perguntando agora: “Isto valerá a pena?”, saiba que só enxergamos um ínfimo momento no presente e que nosso coração pode nos enganar. Você pode sim se valer de outros meios para buscar uma solução, mas a resposta certa só vem da parte de Deus.
Se for preciso uma decisão neste momento; se você precisa fazer algum tipo de escolha, não faça antes de dizer: “Deus, sejas tu minha habitação e meu refúgio seguro”.Deus sempre é a Rocha em que você pode se firmar!
Mundo Evangélico
EcoBíblia



Despertar as igrejas para os cuidados com o meio ambiente e estimular a ação consciente dos cristãos são os principais objetivos da EcoBíblia - a primeira Bíblia ecológica do mundo. A novidade foi lançada pela editora da Sociedade Bíblica do Brasil e destaca os princípios bíblicos como instrumento de educação socioambiental e de conscientização dos leitores. A EcoBíblia foi desenvolvida pela SBB dentro do projeto de Bíblias de Afinidade e terá uma tiragem inicial de 3 mil exemplares.A obra é inédita e foi solicitada pelo Instituto Instituto Gênesis 1:28 com o propósito de anunciar as Escrituras Sagradas como instrumento de resgate e preservação social e ambiental. Além do texto bíblico, a EcoBíblia contém recursos como "A Carta da Terra" e textos sobre Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Cidadania e Responsabilidade Social, quatro temas que norteiam o programa Igreja Verde.“Não temos qualquer pretensão de acrescentar absolutamente nada à Bíblia Sagrada, queremos apenas mostrar e ajudar as pessoas a entenderem sua perfeição, que trata de forma muito clara e explícita da consciência e de nossas responsabilidades sobre a Criação de Deus”, afirma Valter Ravara, diretor executivo do Instituto Gênesis.Segundo Ravara, fala-se muito de meio ambiente nos dias de hoje, mas ainda falta uma ação por parte das igrejas. “Nós, cristãos, temos de nos conscientizar que Deus criou um grande jardim e nos colocou aqui para cuidarmos disto. A Igreja Verde quer levar educação ambiental a partir da teologia bíblica e propor ações, como a criação de um ministério do meio ambiente em cada igreja. E a Bíblia é um instrumento fortíssimo nesta empreitada”.Para o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert, a Bíblia Sagrada estimula o ser humano a praticar “a esperança de um futuro melhor na vida que estamos vivendo”. E acrescenta: “Ler a Bíblia sob esses olhos é um exercício desafiador que nos desperta para novas práticas, de responsabilidade com o próximo, com o mundo em que vivemos e de paz com Deus”.Outro diferencial da obra inédita recém-lançada é a conformidade ambiental de sua produção. “Além de o miolo ser produzido de forma ambientalmente correta, com papel certificado, a encadernação brochura leva laminação fosca biodegradável e o encarte é impresso em papel reciclado no processo Aquacolor”, destaca o secretário da SBB. A EcoBíblia tem texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH), uma tradução com estrutura gramatical e linguagem mais próxima da falada pelo brasileiro, que se mantém fiel aos originais bíblicos.::Fonte: Site Elnet